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A 48 horas do #rumoacoimbra. GDG Basquetebol à conversa com...

por gdgbasquetebol, Quarta-feira, 15.06.16

Faltam cerca de 48 horas para que os Sub14 masculinos GDG/Conceito Família iniciem a sua participação na Fase Final do Campeonato Nacional 2015-2016.

O Ponto Alto federativo será realizado em Coimbra, no Pavilhão do Olivais e os nossos jovens atletas iniciam a fase Final com o primeiro jogo, na sexta-feira, às 10:30 horas, frente ao Barreirense, primeiro classificado da fase de apuramento na Zona Sul.

Estivemos à conversa com o treinador Salvador Silva e com o capitão da equipa Sub14 de GDG Basquetebol, Miguel Monteiro.

Quisemos saber como está a ser vivido este momento especial para a equipa e para o clube e até onde é que o sonho conduz estes jovens que já conquistaram o feito inédito de colocar, pela primeira vez na história do clube, uma equipa masculina numa Final Nacional.

Miguel Monteiro Lucas.jpg

(GDG) Vamos falar de história. Há dois anos, contra algumas expectativas, os Sub14 masculinos fizeram história ao conquistarem o primeiro título distrital para uma equipa masculina no GDG Basquetebol. Ainda te recordas?

(Miguel Monteiro) Claro, como poderia não me recordar? Foi uma experiência fantástica que vou guardar para sempre na minha memória. Ser campeão não acontece "todos os dias" e é uma sensação fantástica, é a recompensa de muito esforço, muito trabalho e dedicação!

Depois do mérito do segundo lugar na Final Distrital deste ano, face a um presença no campeonato nacional que não é fácil, aliás é desportivamente exigente, na parte final, depois da derrota caseira frente ao Braga, muita coisa estava em jogo. Para a equipa ir até onde o sonho vos permite era necessário vencer o último e derradeiro jogo, precisamente, em Braga. Como é que se prepararam para esse importante e decisivo desafio?
Sempre encarámos todos os treinos e jogos como uma final...sabíamos que esse jogo poderia ser o último jogo da época ou o inicio do sonho, logo nessa semana treinámos arduamente e focados para alcançar o nosso objetivo que era a presença na fase final nacional.

A vitória foi alcançada e a equipa Sub14 masculina escreveu mais uma importante página desportiva na história do GDG Basquetebol. Um duplo feito inédito: a primeira vez que uma equipa masculina e, ao caso, os sub14 masculinos atingem uma Final de um Campeonato Nacional. A festa já sabemos que foi “rija”, mas conta-nos como era o espírito da equipa no final do jogo.
BRUTAL!!!!!!!! Estávamos todos super felizes e orgulhosos do nosso percurso, nós, os pais e todos que nos acompanham... até parecia que estávamos a jogar em casa. Quando a buzina tocou no final do jogo e olhámos para o marcador só nos passava uma coisa pela cabeça: WE DID IT!!!

Foi quase um "Yes We Can" à Barack Obama. E agora? Seis equipas disputam o título nacional. Teoricamente sabemos que as equipas das ilhas (por norma, apenas por norma) são mais acessíveis e também já ultrapassámos o “fantasma” chamado Oliveirense. Sabendo também que as equipas da zona de Lisboa são, por norma, fortes, até onde é que achas que a equipa pode ir?
Agora estamos lá e no mesmo ponto de igualdade de todas as outras equipas, até mesmo as equipas das ilhas. Como sempre vamos entrar em cada jogo com um único objetivo: GANHAR!!! Não desprezamos nenhuma equipa, mas também não tememos nenhuma, pois trabalhámos muito, mas mesmo muito, para estes dias que nos esperam. Certezas só tenho uma, vamos deixar tudo em campo, em cada jogo, lutar por cada bola como se fosse a última! Não será fácil, mas também não é impossível ...

Não é bem até onde conseguirão ir… isso até eu sei onde quero que vocês cheguem (sorrisos). De forma realista, o título é acessível?
De forma realista, porque não? Acha que não? Nós achamos que sim, trabalhamos para isso, e nunca se esqueça: O IMPOSSIVEL SÓ EXISTE ATÉ APARECER ALGUÉM QUE PROVE O CONTRÁRIO!!!!!

Estamos na recta final da época. Que avaliação fazes ao trabalho realizado e ao grupo?
Independentemente do que possa acontecer, a avaliação só pode ser muito positiva, somos um grupo unido, com muitos bons momentos, com outros menos bons, mas sempre trabalhámos para a equipa e em cada treino queríamos ser melhores do que no treino anterior. Com muito espírito de sacrifício e muita vontade de vencer, e muito conscientes que O ÚNICO LUGAR ONDE O SUCESSO VEM ANTES DO TRABALHO É NO DICIONÁRIO. Conquistámos o nosso lugar nas 6 melhores equipas nacionais e essa conquista já ninguém nos tira.

Miguel Monteiro quis ainda terminar em grande e com maiúsculas, orgulhosamente GDG.

Para terminar, só me resta dizer que aconteça o que acontecer, ORGULHO-ME, E MUITO, DE TER PARTILHADO AS QUATRO LINHAS COM ESTES MEUS COLEGAS, E COM O MEU TREINADOR, SEM NUNCA ESQUECER A NOSSA SECCIONISTA ISABEL, O DIRETOR FILIPE E O GRANDE FISIO RAFA.
OBRIGADO PELO APOIO INCONDICIONAL DOS PAIS, FAMILIARES E ADEPTOS. SEM VOCÊS ISTO NÃO ERA A MESMA COISA! TODOS RUMO A COIMBRA!
#RUMOACOIMBRA #PRACIMADELES #ÀCONQUISTADOSONHOMAIOR #JÁFIZEMOSHISTÓRIA #ONETEAMONEDREAM
#TEAMDOBICHO #JUNTOSOMOSMAISFORTES

A vez e a voz do responsável pela equipa Sub14 masculina e, obviamente, também por uma grande parte do sucesso desportivo destes jovens. Treinador, Salvador Silva.

Salvador Silva - treinador.jpg

(GDG) Vamos falar de história. Há dois anos, contra algumas expectativas, os Sub14 masculinos fizeram história ao conquistarem o primeiro título distrital para uma equipa masculina no GDG Basquetebol. Ainda há memória desse marco importante?

(Salvador) É evidente que as memórias vão ficar para sempre, foi algo que nos deu muito trabalho a conquistar . Quando iniciamos essa época nem nos melhores sonhos imaginavamos chegar ao primeiro lugar. Fomos no entanto apercebendo-nos que com muito trabalho e dedicação era possível chegar á final e depois de lá estar tudo era possivel.

Depois do mérito do segundo lugar na Final Distrital deste ano, face a uma presença no campeonato nacional que não é fácil, aliás é desportivamente exigente, na parte final, depois da derrota caseira frente ao Braga, muita coisa estava em jogo. Para a equipa ir até onde o sonho vos permite era necessário vencer o último e derradeiro jogo, precisamente, em Braga. Como é que se prepararam para esse importante e decisivo desafio?
Todos os jogos são preparados por nós da mesma forma. Estamos num escalão em que mais importante do que o adversário somos nós. A forma como encaramos cada exercício do treino, cada lançamento, a maneira como interagimos entre nós é mais importante do que pensar contra quem vamos jogar. podemos e direccionamos o treino para aquilo que poderá ser o jogo sem que os atletas no entanto se apercebam. A tranquilidade é essencial fazendo-os perceber que são momentos como estes que os fazem crescer.

A vitória foi alcançada e a equipa Sub14 masculina escreveu mais uma importante página desportiva na história do GDG Basquetebol. Um duplo feito inédito: a primeira vez que uma equipa masculina e, ao caso, os sub14 masculinos atingem uma Final de um Campeonato Nacional. A festa já sabemos que foi “rija”, mas conta-nos como era o espírito da equipa no final do jogo.
No final do jogo ficamos todos com a sensação do dever cumprido e ainda por cima com uma vitória, pois o que nos propusemos para o jogo era antes de o vencer limpar claramente a má imagem, em termos basquetebolisticos, que tinhamos deixado no jogo da primeira volta. Sabendo que se jogassemos o que está ao nosso alcance estariamos mais perto de ganhar.

E agora? Seis equipas disputam o título nacional. Teoricamente sabemos que as equipas das ilhas (por norma, apenas por norma) são mais acessíveis e também já ultrapassámos o “fantasma” chamado Oliveirense. Sabendo também que as equipas da zona de Lisboa são, por norma, fortes, até onde é que achas que a equipa pode ir?
O compromisso que temos é encarar cada jogo como se do último se trata-se. Numa Fase final etão sempre as melhores equipas e todas com as mesmas expectativas, ganhar. Nós chegaremos com certeza aonde o nosso empenho na disputa de cada lance nos levar.

Não é bem até onde querem ir… De forma realista, o título é acessível?
Há uma frase que diz: "o impossível só existe até aparecer alguém e provar o contrário". É este o nosso espirito.

Estamos na recta final da época. Que avaliação fazes ao trabalho realizado e ao grupo que tiveste pela frente?
Sem menosprezo por todas as outras equipas que treinei na formação do clube, esta é de longe a mais solidária, empenhada em todos os momento, é o grupo que luta claramente todo pelos mesmos objectivos e aonde as vitórias e as derrotas são sentidos por todos da mesma forma. Isto ajuda e de que maneira no desenvolvimento do trabalho diário. É evidente que o trabalho realizado só pode ser considerado bom, pois atingimos todos os objectivos a que nos propusemos, tanto individuais como colectivos.

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às 10:46

Marta, Bruna e M.Mendes com o mesmo objectivo: Motivação! Vamos à Luta! Vontade de Ganhar!

por gdgbasquetebol, Quinta-feira, 02.06.16

Marta - Bruna - Mendes CAR Jamor.jpg

Mais do que a mera soma das partes, uma equipa, principalmente nos desportos colectivos, tem na fusão dos seus valores individuais e na força do seu colectivo uma grande parte do sucesso. Mas independentemente da mais-valia competitiva da união das singularidades há também a presença e a convivência com "particularidades" que são referências num contexto comum e não individualidades que se extraem do colectivo. Elas existem para serem apenas referências. Indiscutivelmente, a equipa Sub 16 feminina GDG/Doce ao Cubo tem, nas suas três atletas que integram o grupo de trabalho do CAR/Jamor, as suas referências.

Estivemos à conversa com a Marta Lino, a Bruna Zagaria e a Mariana Mendes. Colocámos, pelo princípio da igualdade, as mesmas quatro questões a todas. Obtivemos respostas, naturalmente, particulares, mas todas com o mesmo objectivo: Somos capazes de Vencer.

1. Como é que correu esta fase de apuramento para Final Nacional e que terminou com o GDG em 1º lugar da Zona Norte apenas com uma derrota?
2. Chegadas ao ponto alto da prova como é que encaras esta presença na Fase Final, onde estarão as duas melhores equipas da zona norte e as duas melhores da zona sul (GDG Basquetebol, Olivais Coimbra, Quinta dos Lombos e Basket Queluz, respectivamente).
3. E o espírito da equipa? Como é que estão os níveis de adrenalina, de ansiedade, de vontade de ganhar?
4. Fazes parte do trio de atletas Sub16 femininas do GDG basquetebol que está no grupo de trabalho do Centro de Alto Rendimento, CAR/Jamor. Como é que tem sido esta experiência de valorização desportiva e de que forma tem ajudado no teu contributo à equipa?

 

Marta Lino.jpg1.Foi uma fase muito difícil pois as outras equipas são muito mais fortes que as equipas do campeonato distrital. Porém correu bem, foi gratificante.

2.Tenho consciência que no conjunto somos equipas muito fortes e que agora as dificuldades são maiores já que todas queremos o mesmo, ficar com a melhor classificação possível.

3.Melhorámos muito como equipa desde o início da época. Entramos em campo sempre com o objectivo de ganhar e com a ajuda do treinador o espírito de equipa prevalece. Estamos todas motivadas para que esta Fase Final corra o melhor possível.

4.Para mim já é o segundo ano no CAR e posso dizer que este foi o mais proveitoso. Evoluí como atleta, a exigência dos treinos também foi superior, tendo uma carga horária semanal de 12 horas, só no CAR.

(Marta Lino)

 

 

bruna zagaria 02.JPG

1.Correu muito bem. Apesar de termos perdido um jogo acho que melhorámos muito enquanto equipa ao longo de cada jogo.

2.Estar nesta Fase Final Nacional é como um prémio pelo trabalho que fizemos e executámos ao longo do ano.

3.O espírito de equipa vai ser crucial para esta final. Todas temos que puxar umas pelas outras e deixar tudo no campo pois não é todos os dias que se vai a uma Fase Final Nacional. Só tenho a dizer que VAMOS À LUTA e acredito que o resultado será positivo.

4.Acho que cresci muito como jogadora e pessoa e tento ao máximo ajudar a minha equipa em tudo o que posso. Espero que consiga ajudar ainda mais nesta fase final.

(Bruna Zagaria)

 

 

M - Mendes.JPG

1.Esta fase de apuramento correu da melhor maneira. Garantimos o primeiro lugar mas, ainda mais importante, a qualificação para a Fase Final Nacional.

2.Encaro esta presença na Fase Final Nacional com responsabilidade acrescida. Vamos dar o nosso melhor, jogar em equipa e tentar sermos campeãs.

3.Não é qualquer equipa que consegue chegar a este nível e certamente que estaremos bastante nervosas, o que é normal. A vontade de ganhar é imensa, queremos ser campeãs.

4.Tem sido uma experiência única, com muito trabalho e sacrifício. Evoluímos bastante e sinto que conseguimos dar outro ânimo à equipa.

(Mariana Mendes)

 

 

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às 10:56

Mariana Pires acredita que as Sub16 femininas podem superar tudo

por gdgbasquetebol, Quarta-feira, 01.06.16

Aproximam-se os três dias das grandes decisões, da pressão desportiva, mas também do querer, do sacrifício, do empenho e da alegria.

A base da equipa Sub16 feminina, Mariana Pires, recebeu antecipadamente uma excelente notícia e um merecido prémio: com a divulgação oficial pela FPB da lista das 34 atletas sub15 nacionais que vão participar num campus de observação técnica, entre os dias 22 e 228 de junho, simultaneamente com participação da Selecção Nacional Sub17 femininas no Mundial, em Saragoça (Espanha).

Este estágio e campus de observação tem como objectivo aferir as eventuais atletas da futura selecção nacional de sub16 femininas. De referir que a lista apenas engloba mais uma atleta da ABAveiro, Maria Luísa da AD Ovarense.

Mas enquanto a Mariana não prepara as malas, a atleta está profundamente concentrada e motivada para o ponto alto desportivo que se aproxima já neste fim-de-semana.

E mais... para além de concentrada acredita claramente que as Sub 16 femininas GDG Basquetebol podem superar todas as dificuldades.

mariana pires.JPG

Mariana Pires em discurso directo com um verdadeiro espírito ganhador.

(GDG) Esta é a tua quinta final em três épocas e a segunda nacional (Sub14 femininos há dois anos, em Ponte de Lima). As finais, sejam elas quais forem, têm sempre um enorme carga emotiva. Aliás algo a que estás habituadas nas tuas excelentes participações nas selecções e em outro momentos altos. Como é que encaras esta Final?

(Mariana Pires) "Encaro todas as fases finais da mesma forma. O importante é manter a concentração em todos os jogos e essencialmente mentalizar-me do objetivo coletivo."

Como descreves o percurso que a equipa efectuou até aqui, no qual se inclui o título de Campeãs Distritais desta época?

"Temos vindo a evoluir, fizemos o nosso trabalho e conseguimos sempre alcançar os nossos objectivos, resta-nos este último que esperamos superar."

Estão em competição as quatro melhores equipas nacionais de Sub 16 femininos. Até onde a equipa pode chegar?

"Acredito muito na equipa e sei que podemos conquistar o título. Podemos superar tudo, depende apenas de nós."

Como sentes o espírito da equipa, das tuas colegas?

"Acho que todas lutamos para o mesmo e juntas conseguiremos!"

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às 15:04

Inês Xavier. Ser GDG e ser Único(a), em discurso directo

por gdgbasquetebol, Terça-feira, 31.05.16

A atleta Sub16 feminina do GDG Basquetebol, Inês Xavier espelha e interioriza o espírito e a vivência deste clube: a paixão pelo basquetebol, o empenho no trabalho, a emotividade nas competições.

Atleta nascida, criada e formada nesta grande família, sente o clube de forma muito especial e particular. A experiência e o hábito de estar presente nos grandes momentos competitivos da sua ainda jovem carreira desportiva levaram o GDG Basquetebol a tentar perceber de que forma a Inês Xavier está a viver esta segunda presença numa Final Nacional (depois do 3º lugar nacional em Sub14 femininos).

Surpreendam-se... ou não.

Ines Xavier 02.jpg

(GDG) Esta é a tua quinta final em três épocas (três como Sub14, uma das quais também nacional, e duas em Sub16, incluindo esta Final Nacional). As finais, sejam distritais ou nacionais, sejam em que escalão etário, têm sempre um enorme carga emotiva. Como é que encaras mais uma, ou esta, Final?

(Inês) "Encaro qualquer Final com o pensamento que poderá ser a única e última oportunidade de poder estar presente, como atleta, a disputar o tão desejado título. Esta não será certamente diferente. Tanto eu como a equipa estamos a preparar-nos psicologicamente para o tão esperado fim-de-semana, dando tudo o que conseguimos nos treinos e nos jogos que temos feito, para podermos encarar esta Final com alguma diversão, muita felicidade, confiança, mas complementando sempre com a concentração, seriedade e o foco. Espero encararmos a Fase Final da melhor maneira para poder orgulhar quem nos apoia."

Como descreves o percurso que a equipa efectuou até aqui, no qual se inclui o título Distrital?

"Acho que a equipa fez um trabalho excepcional, desde as atletas ao treinador e seccionistas. O título distrital foi um começo para nos tornarmos ainda mais unidas. Foi importante termos alcançado esse patamar pois deu-nos mais motivação para estarmos onde estamos. Começámos como colegas, vamos acabar como família, independentemente de tudo."

Estão em competição as quatro melhores equipas nacionais de Sub 16 femininos, duas da zona norte (curiosamente do centro) e duas da zona sul. Até onde a equipa pode chegar? Achas que podem superar o 3º lugar de há dois anos em Sub14 femininas?

"Chegar até aqui foi um dos nossos principais objectivos, claro que queremos que ganhe o melhor, mas obviamente que também queremos ganhar e daremos tudo para o fazer. A equipa pode chegar até onde as nossas forças e união nos permitirem, sendo que, se não formos campeãs, sairemos de cabeça erguida com o máximo orgulho em nós e do que deixámos em campo. Se tivermos a enorme felicidade de o sermos, mantemos as mesmas características e acrescentamos a de levantar a cabeça aos nossos adversários porque se apenas estas quatro equipas estão nesta Final Nacional é porque merecem e todos são possíveis vencedores do título."

Como sentes o espírito da equipa, das tuas colegas?

"Acho que a nível de união estamos muito bem, puxamos umas pelas outras, motivamo-nos a sermos melhores a cada dia, a cada treino, a cada jogo. Reparem que eu não disse que somos, a nível de união, uma equipa perfeita, temos alguns conflitos mínimos que se resolvem facilmente, mas, afinal, qual a família que não os tem?"

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às 14:40

Beatriz Vieira estreia-se no GDG Basquetebol com dupla final

por gdgbasquetebol, Terça-feira, 31.05.16

Na época em que, por opção própria, trocou o Illiabum pelo GDG Basquetebol a jovem atleta Sub16 femininos, Beatriz Vieira, vive uma experiência única: duas fases finais na mesma época.

Depois de se ter sagrado Campeã Distrital é altura agora para viver intensamente esta experiência de competir numa Fase Final Nacional.

Beatriz Vieira campea Distrital Sub16 F 2015-2016.

A "Bia" revela ao GDG Basquetebol o seu "estado de alma"...

(GDG) Esta época optaste por fazer parte desta equipa de Sub16 femininas do GDG Basquetebol. Como é que foi a tua integração no grupo de trabalho? E como é que te sentes no clube?

(Bia) "A integração foi fácil. Já conhecia algumas das atletas e as que não conhecia acolheram-me facilmente. Sinto que sempre pertenci a este clube ...pois receberam-me de braços abertos. O GDG é uma verdadeira família!"

Logo no teu primeiro ano no clube, venceste o campeonato distrital e chegas à Final do Campeonato Nacional. Tudo isto deve produzir um conjunto significativo de emoções. Como é que encaras esta Fase Final Nacional?

"Para mim estou a repetir as emoções da época passada ainda que num clube diferente. Em relação à fase final estou otimista porque acredito que temos uma equipa ao nível das outras. Basta estarmos unidas e também termos o apoio de todos."

Estão em competição as quatro melhores equipas nacionais de Sub 16 femininos, duas da zona norte (curiosamente do centro) e duas da zona sul. Até onde a equipa pode chegar? Como sentes o espírito da equipa, das tuas colegas?

"Eu acho que a equipa pode chegar muito longe pois andamos a trabalhar para isso. Em termos de equipa somos uma equipa bastante unida e que não desiste facilmente. Por isso estamos motivadas a 100% para esta fase final que com certeza nos vai correr bem. Carrega Gafanha!"

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às 10:53

Capitão dos Sub16 masculinos em modo telegráfico

por gdgbasquetebol, Quarta-feira, 25.05.16

O Carlos Soares, atleta do GDG Basquetebol e capitão da equipa Sub16 masculinos GDG/EPADRV, acedeu a responder a três questões que reflectem a análise à época, a antevisão da Final Distrital II Divisão que se realiza já no próximo fim-de-semana de 27 a 29 de maio, e ao futuro para a próxima época.

Como um bom atleta que entende que o basquetebol deve ser jogado com intensidade e velocidade, o Carlos foi telegráfico mas preciso nas respostas, em jeito de um "contra-ataque rápido e eficaz".

Carlos.JPG

1. A época competitiva do escalão sub16 masculinos está a chegar ao fim. Como capitão da equipa que avaliação fazes a todo este ano?

Apesar de não termos conseguido permanecer no Grupo do Nacional, ao longo da época fomos melhorando, fomos crescendo e trabalhando durante a época para chegar até aqui. Apesar dos altos e baixos, acho que estivemos bem.

2. Mais uma fase final, curiosamente a repetição da fase final da época passada que teve lugar no Galitos. Desta vez, será na Gafanha da Nazaré, com outros protagonistas. O que esperas desta Final da II Divisão distrital?

Pessoalmente não me interessa se é uma Final da I ou II divisão. O que me interessa é ganhar, jogar bem e divertir-me com os meus colegas de equipa.

3. Para o ano serás atleta Sub18. Preparado para novos desafios e novas exigências?

Claro que estou preparado. Trabalhei para isso, tenho-me esforçado e ter feito alguns jogos pelos Sub18 'B' ajudou-me a perceber a diferença para um nível competitivo mais exigente.

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às 10:36

Em destaque... no portal da FPB

por gdgbasquetebol, Segunda-feira, 11.04.16

A nossa conversa com o Miguel Monteiro Lucas chegou aos "ouvidos" da Federação Portuguesa de Basquetebol. Não interessa como, quando, por quem, nem porquê... chegou lá e está aqui a prova.

(clicar na imagem para aceder ao conteúdo)

untitled.bmp

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às 11:17

Miguel Monteiro em discurso directo

por gdgbasquetebol, Sexta-feira, 08.04.16

Miguel Monteiro - ABA 2016.jpg

No rescaldo da X Festa do Basquetebol Juvenil - Albufeira 2016 e no rescaldo da Fase Final Distrital de Sub 14 masculinos o GDG Basquetebol ouviu, na primeira pessoa, toda a emoção, brilho nos olhos e paixão que o Miguel Monteiro sente quando fala de basquetebol.

O Miguel Monteiro Lucas, com 13 anos, atleta dos Sub14 masculinos GDG/Conceito Família, não consegue trocar o basquetebol, os treinos e os jogos, por nada neste mundo (excluindo a família, como é óbvio), nem por matraquilhos, snocker ou ping-pong, muito menos por uns bons panados ou um salmão grelhado (sopa então... nem pensar), é a expressão viva do que significa a frase "Ser GDG é ser Único".

GDGB_0110.jpg

Bastaram sete perguntas...

1. Recentemente os Sub 14 masculinos estiveram presentes na quarta final distrital consecutiva, desta vez em Oliveira de Azeméis. Apesar do empenho e esforço de toda a equipa não foi possível repetir o feito de há dois anos em Ovar. Mas ficou a imagem de uma equipa forte, coesa, concentrada e, acima de tudo, empenhada. Como é que viveste esta tua 3ª final distrital, salvo erro?

(Miguel Monteiro) Sim, é a minha 3ª fase final distrital consecutiva. Vivi-a de uma forma muito intensa, eu e os meus colegas. Fomos uma equipa muito unida, sabíamos que não ia ser fácil mas também sabíamos que juntos somos mais fortes. Cumprimos com o nosso compromisso, elevar o símbolo do GDG e deixar uma imagem de uma equipa lutadora, inteligente e que luta até ao ultimo minuto. Entrámos em todos os jogos com a ambição de sermos melhores que o adversário. Fiquei triste por não sermos campeões, mas muito, muito orgulhoso da minha equipa.

2. E agora, no campeonato nacional? Como é que está a correr esta primeira fase?

A primeira fase do campeonato nacional tem-nos corrido bem. Estamos a trabalhar cada vez mais e focados para concretizar o nosso objectivo que, nesta fase, passa por sermos o primeiro classificado na nossa série. Nós e o Académico ainda estamos invictos, amanhã jogamos contra eles, logo vai ser um jogo muito renhido...

3. Até onde é que achas que a equipa pode chegar?

Treinamos todos os dias para chegarmos o mais longe possível, melhorando as nossas lacunas e aperfeiçoando os nossos pontes fortes. O nosso objectivo em cada treino é trabalhar para sermos melhores que no dia anterior. Sonhamos com a conquista de um lugar na fase final nacional e é por esse sonho que lutaremos em cada treino e em cada jogo. Não é uma tarefa fácil, temos adversários dificílimos mas quem já nos conhece sabe que não desistimos e que estamos sempre em busca de novos desafios.

4. Participaste, mais uma vez, na selecção distrital da AB Aveiro que, honrosa e orgulhosamente, se qualificou em 2º lugar na Festa do Basquetebol Juvenil 2016 no escalão de Sub 14 masculinos. O que é que faltou para ganharem o jogo da final frente à AB Porto?

Só uma correcção, é a 1ª vez que integrei a selecção distrital de Aveiro pois sou iniciado de 1º ano.... sinceramente, o que nos faltou...a  estrelinha da sorte! Jogámos 3 vezes contra o Porto e vencemos os 3 jogos, somente à quarta é que o Porto nos ganhou e, azar dos azares, era o jogo da final. Perdemos o titulo mas ganhámos admiração de muitos/as, mostrando que éramos um grupo unido e coeso,e com bom basquetebol, fomos e somos orgulhosamente Aveiro!

5. Como é que avalias a tua prestação em Albufeira?

Sinceramente, acho que foi boa, mas não consigo avaliar a minha prestação sem pensar nos meus colegas porque todos fomos importantes para o resultado final. Posso dizer que lutei por cada bola como se fosse a última, tentei superar-me a todos os níveis e fiz tudo para ajudar a minha equipa a chegar o mais longe. Nunca desisti e acreditei em nós até ao último apito.

6. Contigo estiveram mais dois atletas do GDG Basquetebol: o Carlos Jesus e o Yosvani. Como é que foi a vossa presença, em conjunto, na selecção distrital?

Fiquei muito contente por ter mais 2 colegas da minha equipa, gostava de ter tido mais colegas do Gafanha a viver este momento comigo mas na selecção não tínhamos «equipas», mas sim uma equipa, éramos Aveiro e como conseguimos ter um grupo muito unido e solidário, onde todos se apoiavam, a adaptação foi muito fácil.

7. Apesar da tua idade és um "veterano", um verdadeiro master, nas Festas do Basquetebol em Albufeira, seja pelo minibasquetebol, seja pela competição das selecções. Para quem nunca foi a qualquer Festa do Basquetebol Juvenil como é que podes descrever o que são estes cinco dias de muito basquetebol?

Correcção novamente (risos e mais um puxão de orelhas para nós), foi a 1ª vez que participei na festas do basquetebol. Nos minis, íamos ao torneio do Imortal, onde participei 3 anos pelos sub-12 do Gafanha.
Quantos às festas, tive a sorte de poder assistir e viver as festas 3 anos, sempre do lado de fora mas sempre com o sonho de uma dia estar no lado do campo e não na bancada. Este ano o sonho tornou-se realidade e o que dizer... são 5 dias fantásticos, cheios de emoção e alegria. Cinco dias em que respiramos basquetebol, muitos jogos, muita adrenalina. Risos, lágrimas, vitórias, derrotas, amizades e companheirismo, tudo isto em 5 dias...Adorei!!! Aconselho a todos que gostam do nosso desporto que no próximo ano façam parte desta festa do basquetebol. Eu tudo irei fazer para que no próximo ano possa repetir a experiência. São 5 dias que vão ficar na minha memória para sempre.

Em jeito de conclusão e um "triplo no apito final": "Queria agradecer a todos que me ajudam todos os dias a trabalhar para ser melhor."

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às 11:48

Marta Lino 'bisa' presença no CAR/Jamor

por gdgbasquetebol, Domingo, 18.10.15

Marta Lino.jpgMarta Lino, atleta Sub 16 femininos do GD Gafanha Basquetebol, voltou a fazer parte do grupo de trabalho do Centro de Alto Rendimento, CAR/Jamor.

Neste segundo ano contará ainda com a companhia de mais duas atletas Sub 16 femininos do GDG: Bruna Zagaria e Mariana Mendes.

O GDG esteve à conversa com a atleta Marta Lino com o objectivo de perceber quais as suas expectativas e que balança faz desta sua experiência desportiva.

(GDG): Este foi o teu primeiro ano no CAR/Jamor. Como é que descreves esta tua experiência?
(Marta Lino) No início foi muito difícil adaptar-me a minha "nova vida" a nível pessoal e como atleta. Sentia muitas saudades dos meus amigos e da minha mãe. Os treinos não me corriam nada bem, nem um passe de longa distância conseguia fazer sentia- me "a parte", mas no 3º período já me sentia integrada espero este novo ano sentir me logo de inicio assim.

Era o que tinhas perspectivado?
Mais ou menos... estar no terreno é bem diferente. O grau de exigência é muito alto mas se assim não o fosse era mais difícil coordenar o grupo.

Em termos competitivos foi importante a competição na 1ª divisão feminina?
De facto foi muito importante porque me ajudou a evoluir como atleta e a não ter medo de pessoas com estrutura mais forte que eu.

Que contributos deu o CAR no teu crescimento desportivo? E no Pessoal?
Ajudou-me muito a nível físico e como atleta em campo. Fez me crescer, em primeiro lugar, como pessoa e depois, como atleta, tornou me uma pessoa mais responsável e mais comprometida em campo.

Para o ano vais ter a companhia da Bruna Zagaria e da Maria Mendes, tuas colegas de equipa do GDG Basquetebol. Vai ser “ouro sobre azul”. Que conselhos tens para lhes dar?
Espero que elas se consigam adaptar logo desde início (o que não aconteceu comigo) e que aproveitem esta grande oportunidade para evoluirem como jogadoras, como pessoas e acima de tudo que se divirtam a fazerem o que mais gostam.

 

Algumas curiosidades da Marta Lino
Idade: 15 anos
Altura: 1,86
Frequenta o 9º ano de escolaridade
Pratica a modalidade há 5 anos. Teve como primeiros treinadores o Carlos Vaqueiro e a Marisa Armada.
Para além do basquetebol gosta de estar com os amigos e de ouvir música.
Nunca foi esquisita com a alimentação, mas no CAR teve que aprender algumas regras básicas sobre nutrição e alimentação.

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às 15:40

Joana Soeiro será sempre GD Gafanha Basquetebol

por gdgbasquetebol, Quinta-feira, 20.08.15

Mais do que um campeonato...
Mais que uma taça ou uma medalha...
As grandes vitórias são aquelas que resultam do trabalho desenvolvido, da capacidade que o clube encontra em conseguir concretizar os sonhos dos seus atletas, nas "referências" que consegue projectar como símbolos da sua identidade e da sua missão. Tal como na vida, a ausência de referências significa um vazio, projectos sem consequência prática, sem resultados futuros.

A Joana Soeiro é, hoje, uma das nossas referências bem concretas, tal como começa a ser o Francisco Amarante, todos os nossos atletas que envergam o nosso emblema e, esperemos, possam concretizar os seus sonhos desportivos.

Estivemos à conversa com a Joana Soeiro, na passada quinta-feira. Perguntámos tudo o que nos ia na "alma". E com "alma", com humildade, com enorme sentido de responsabilidade, com uma significativa coerência de discurso, a Joana Soeiro respondeu sem qualquer constrangimento.

Falámos dos seus projectos, do seu percurso, da forma como encara o basquetebol, das responsabilidades que um atleta deve ter no desporto, dos sacrificios que se devem ter para podermos alcançar os nosso objectivos, da emoção de "cantar o Hino Nacional" quando ao serviço da selecção nacional, da vontade em jogar numa liga europeia, do seu desejo de regressar (um dia) ao GD Gafanha Basquetebol. Durante mais de uma hora vivemos emoções, alegrias e projectos em conjunto (atletas, treinadores, directores, familiares e amigos).

As palavras da Joana Soeiro podem ser escutadas nos dois links que agora disponibilizamos.
O primeiro, uma edição da Rádio Terra Nova, mais curta por força do espaço editorial da rádio, emitido no dia 19 de agosto.
O segundo, o vídeo (em bruto) que realizámos aquando da conversa que tivemos (apesar de alguns contratempos técnicos, principalmente ao nível do som, optámos por disponibilizá-lo na integra para registo histórico).

À Joana Soeiro o nosso desejo dos melhores sucessos desportivos, com a certeza que o GD Gafanha Basquetebol tudo fará para a acolher um dia, quando for esse o seu desejo.

 

 

Joana Soeiro Entrevista 08 2015 by Aveiroin on Mixcloud

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(clicar na imagem para aceder ao vídeo)

 

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às 23:11

Sonhos e Realidades com a Joana Soeiro

por gdgbasquetebol, Sexta-feira, 14.08.15

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A Joana Soeiro esteve ontem, 12 de agosto, à conversa com cerca de duas dezenas de atletas, directores, treinadores, familiares e amigos, no Pavilhão da Gafanha da Nazaré, numa iniciativa conjunta do GD Gafanha Basquetebol e a Rádio Terra Nova.

Durante cerca de uma hora ouvimos e partilhámos histórias, convicções, visões, projectos e sonhos. Falámos, acima de tudo, do basquetebol e da vida.

Enquanto preparamos a totalidade da conversa (som, imagem e texto), fica para já o registo informativo da autoria da Rádio Terra Nova e que pode ser escutado AQUI.

Obrigado Joana Soeiro. Volta sempre ao "teu" GD Gafanha Basquetebol.

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às 11:21

Em Destaque... Nós e a Joana Soeiro

por gdgbasquetebol, Quinta-feira, 13.08.15

É mesmo tudo isto... Hoje, no pavilhão da Gafanha da Nazaré, às 18.30 horas, Nós (e o "nós" é toda a família GD Gafanha Basquetebol e quem gosta de basquetebol), a Rádio Terra Nova e a Joana Soeiro, vamos estar à conversa em "família".

E vamos falar de muita coisa, num diálogo conduzido pelo Fernando Borges (Rádio Terra Nova) e Miguel Araújo (treinador e director de comunicação do GD Gafanha Basquetebol), mas que espera contar com a participação e intervenção de todos.

A Joana Soeiro vai guiar-nos até aos Estados Unidos e fazer o balanço da sua época universitária, mas também vamos conversar sobre o basquetebol português, o campeonato europeu de U20 feminino (onde a Joana foi a atleta com mais assistências), vamos recordar o "seu" Gafanha, vamos saber os seus sonhos, projectos, o que é e deve ser um atleta, o seu percurso, a sua paixão pela modalidade, recados aos treinadores (sim... não vão escapar) e, obviamente, não iremos esquecer uma peça importante nesta "engrenagem": a família.

E é tão isto...

JOANA SOEIRO - CONVERSA 2015.jpg

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às 10:20

"Entre vistas" com a Joana Soeiro.

por gdgbasquetebol, Terça-feira, 11.08.15

Joana Soeiro.jpgA Joana Soeiro é uma referência do GD Gafanha Basquetebol, projectando, quer a nível pessoal, quer a nível desportivo, aquilo que o clube perspectiva no seu trabalho diário com os nossos Atletas: empenho, dedicação, paixão, sacrifício, transpor barreiras, acreditar nos sonhos, delinear projectos e alcançar os objectivos.

É sempre com um enorme orgulho e satisfação que o GD Gafanha Basquetebol recebe a Joana Soeiro quando ela "regressa" a sua casa, sendo para nós motivo de clara gratidão sabermos que faz sempre questão de encontrar tempo e disponibilidade para voltar ao "seu" pavilhão e ao "seu" clube. E a época passada foram vários os momentos.

Antes de regressar aos Estados Unidos, onde tem estudado e jogado, a Joana Soeiro acedeu, mais uma vez e incondicionalmente, a voltar a entrar no pavilhão e conversar connosco.

E é mesmo isso... Uma CONVERSA.

Quinta-feira, dia 13 de Agosto, às 18:30 horas, no Pavilhão da Gafanha da Nazaré, a Joana Soeiro vai estar à conversa connosco e com a Rádio Terra Nova.

Mas queremos mais... queremos sempre mais no GD Gafanha Basquetebol. Queremos que também os Atletas, treinadores, directores, familiares e amigos, possam conversar e estar com a Joana Soeiro. Por isso, marquem na vossa agenda, saiam meia-hora mais cedo da praia, jantem meia-hora mais tarde (férias são férias), antecipem o vosso regresso dos "algarves" (para o ano há mais, não sejam gananciosos), mas NÃO FALTEM!

Logótipo Terranova.pngBasquetebol Gafanha recortado.png

 

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às 10:29

Sub 14 femininos: Uma época, um Fase Final e um Futuro... a análise.

por gdgbasquetebol, Quinta-feira, 09.07.15

José PiresAs Sub 14 femininas do GDG Basquetebol voltaram a repetir um percurso desportivo e competitivo muito próximo do da época passada, onde subiram ao pódio para receberem a medalha do terceiro lugar do Campeonato Nacional e conquistaram a fase Final Distrital do Campeonato da Associação de Basquetebol de Aveiro.

Esta época, voltaram a manter um nível competitivo muito interessante marcando presença na II Fase do Campeonato Nacional e são as actuais vice-campeãs distritais do Campeonato da ABA.

É esta a análise a este percurso desportivo da época 2014-2015 que o treinador José Pires fez para o GDG Basquetebol, sem esquecer as expectativas para 2015-2016.

As Sub 14 femininas do GDG Basquetebol marcaram presença, novamente, numa Fase Final Distrital. Desta vez, ostentado o título de campeãs conquistado no ano passado. Mas antes disso… não era fácil garantir uma fase regular distrital recheada de bons momentos: presença garantida na Fase Final Distrital e presença no Campeonato Nacional. Que avaliação fazes desta época?
A avaliação é claramente positiva atendendo ao facto de apresentarmos um grupo de trabalho bastante heterogéneo, com atletas de último ano com alguma experiência e outras praticamente a começar. Considero que jogámos muitas vezes em superação o que nos permitiu chegar à segunda fase do Nacional e disputar o título distrital até ao último jogo da época. A evolução das atletas foi, a meu ver, conseguida, sendo mais evidente nas mais jovens. Fomos redefinindo objetivos ao longo da época e trabalhámos para os atingir. Foi conseguido um grupo coeso, assíduo aos treinos e com espírito de equipa, tendo estes sido, talvez, os fatores mais importantes para a referida evolução. De salientar o apoio incondicional dos pais das atletas que estiveram sempre presentes nos jogos
independentemente da equipa ganhar ou perder.

As perspectivas para a Fase final Distrital eram muito diferentes das do ano passado, por um lado face às subidas de escalão de algumas jogadoras importantes e pelo facto do grupo ser muito heterogéneo. Independentemente de tudo isso, o título esteve em aberto até ao último jogo. Como foi a Fase Final de 2015?
Independentemente das subidas de escalão,  que são percursos normais nas equipas, a nossa equipa apresentou-se para disputar o título sabendo que tínhamos capacidade para o fazer. Durante a época provámos que podiam contar com o Grupo Desportivo da Gafanha para o efeito. Em Aveiro, até à fase final, só o Illiabum nos tinha derrotado, por isso havia uma certa expectativa. Em relação à fase final de 2015, aconteceu aquilo que previa, ou seja, uma fase final equilibrada, em que a concentração e o querer se sobrepõem a outros fatores exógenos que por vezes podem acontecer num jogo de basquetebol.

Para a próxima época voltas a assumir a responsabilidade de orientar este mesmo escalão. De novo voltas a passar pela experiência de veres subir atletas ao escalão de Sub 16 femininos e teres a entrada de jovens que surgem do minibasquete, sendo que algumas venceram o Torneio de Sub 13 femininos. Que desafios esperas encontrar na próxima época?
Considero que ser treinador de sub-14 é algo, sem dúvida, muito trabalhoso. Os grupos são muito heterogéneos e por norma é preciso trabalhar com muita paciência e sapiência. Espero por isso uma época com muito trabalho pela frente. Cada atleta é um desafio do qual procuramos retirar os melhores dividendos.

Vamos voltar a ter as Sub 14 femininas na Fase Final Distrital?
A equipa de sub-14 feminina do Grupo Desportivo da Gafanha entra agora num processo de renovação, se assim podemos chamar, por isso, de momento é prematuro perspetivar a próxima época. O trabalho a desenvolver tem que ser no sentido de conseguir a melhor qualificação possível, com base num trabalho sólido e persistente.

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às 11:21

Sub 14 masculinos GDG Basquetebol em análise da época

por gdgbasquetebol, Quarta-feira, 08.07.15

Salvador AlexandreO GDG Basquetebol reconhece o valor e o trabalho realizado pelo seu corpo técnico nesta época 2014-2015, sublinhado na continuidade da colaboração para a próxima época de grande parte dos seus treinadores (as três saídas verificadas ocorreram por opções pessoais), independentemente dos resultados desportivos.
Mas não deixa de ser um facto que a presença em Fases Finais é um "prémio" para o referido esforço e trabalho desenvolvidos, tendo, do ponto de vista competitivo, um especial e natural relevo.

Os Sub 14 masculinos alcançaram, meritoriamente, na época passada o título de campeões distritais, na Fase Final disputada em Ovar. De novo, esta época, marcaram presença na Fase Final Distrital e de novo em Ovar, tendo, desta feita, a equipa da casa, com legitimidade e mérito, conquistado o primeiro lugar.
O GDG Basquetebol analisou com o treinador Salvador Silva não só a Fase Final mas também alguns aspectos da época desportiva, em discurso directo.

De novo, com os sub14 masculinos do GDG Basquetebol, numa Fase Final Distrital.
Antes disso… de forma idêntica à época passada, poucos seriam os que esperariam uma fase regular distrital recheada de bons momentos: presença garantida na Fase Final Distrital e presença no campeonato nacional.
Que avaliação fazes desta época?
A avaliação desta época só pode ser extremamente positiva. Partindo como campeões distritais a responsabilidade era maior, tínhamos que provar a nós mesmos que o título da época anterior era fruto de um trabalho colectivo e não individual. Tivemos algumas dificuldades iniciais na integração dos elementos que transitaram do escalão de sub 12, mas a partir do momento em que os atletas, que já tinham jogado neste escalão, perceberam que seriam muito importantes na integração de novos colegas o desempenho da equipa subiu gradualmente e conseguimos superar o objectivo que tínhamos traçado para a época, chegando pelo segundo ano consecutivo ao Campeonato Nacional.
A nossa participação no respectivo campeonato acabou por ser meritória, apesar da grande diferença física para as equipas adversárias. Discutimos os jogos com todas as equipas, vencemos uma das equipas apuradas para a segunda fase, o Dragon Force, naquele que deve ter sido o nosso melhor jogo ao longo da época. Só no Torneio Inter-Associações estivemos um pouco aquém das nossas possibilidades. Encontrámos adversários competitivos, mas nos dois primeiros jogos poderíamos e deveríamos ter feito algo mais. Contudo penso que deixamos uma boa imagem no clube por todos os locais aonde fomos passando, fomos várias vezes elogiados pela nossa maneira de jogar e isso neste escalão acaba por ser o mais importante.

É um facto que a história, mesmo a desportiva, muito dificilmente e repete. As perspectivas para a Fase final Distrital eram diferentes das do ano passado, independentemente de terem sido campeões. Como foi a Fase Final de 2015?
Esta fase final, contrariamente à do ano passado, surge após sete semanas de paragem. A preparação foi longa, muito desgastante, sem competição oficial; apenas realizámos alguns jogos treinos que não são a mesma coisa. Portanto, para nós, seria uma incógnita a maneira como iríamos responder a uma grande carga física que os atletas iriam estar sujeitos, num curto espaço de tempo. Olhando a nossa postura em cada jogo, só podemos sair satisfeitos com o comportamento dos nosso atletas. Fomos competitivos contra todas as equipas. Realizámos o melhor jogo contra a equipa que se veio a tornar campeã e não fossem alguns pormenores, frutos da imaturidade da idade, poderíamos ter conseguido uma melhor classificação. Numa avaliação mais geral penso que fomos sem surpresa a equipa, entre todas, mais equilibrada e homogénea, factor aliás reconhecido por muitos dos adversários.

Para a próxima época voltas a assumir a responsabilidade de orientar os Sub 14 masculinos, simultaneamente com a equipa sénior. De novo voltas a passar pela experiência de veres subir ao escalão superior atletas e teres a entrada de jovens que surgem do minibasquetebol. Que desafios esperas encontrar com o grupo dos Sub 14 masculinos na próxima época?
Em relação à próxima época, grande parte dos atletas que jogaram a fase final irá permanecer no escalão de sub 14. Os atletas que sobem vindos do escalão sub 12 já foram integrando vários treinos durante a época, estando parte do trabalho de integração dos mesmos nos métodos de trabalho desta equipa já desenvolvido.
Quanto aos objectivos, vamos aguardar para ver como funcionamos enquanto equipa para podermos perceber até aonde podemos chegar, certos de que mais uma vez e como vem sendo hábito nunca iremos virar a cara à luta, deixando o campo no final de cada treino e de cada jogo com a sensação do dever cumprido.

Em jeito de conclusão...
Uma palavra final para os atletas que, ao fim de três anos, vão deixar de fazer parte do grupo que há mais tempo trabalha junto. Da minha parte sei que fui muitas vezes muito duro com eles, assim como com todos os outros, mas só assim conseguimos, época após época, atingir, e nestas duas últimas superar, o que esperavam de nós. O meu obrigado a estes, não esquecendo os que ficam. Espero que continuem a trabalhar como até aqui, sabendo que carregam com eles uma grande responsabilidade, são os únicos campeões masculinos do clube.
Aos que permanecem cá nos encontraremos em Setembro, para continuarmos a evoluir, procurando sempre sermos melhores amanhã do que fomos ontem.

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às 16:50

Treinador Bruno Pereira em discurso directo.

por gdgbasquetebol, Quinta-feira, 28.05.15

Bruno Pereira.jpgConquistado, por mérito e direito próprio, um lugar entre as quatro equipas apuradas para a Fase Final Distrital do Grupo II, Bruno Pereira, treinador dos Sub 16-B do GDG Basquetebol, faz o balanço da época, avalia o trabalho e perspectiva a presença na Fase Final.

Num escalão/categoria onde se dão, muitas vezes, os primeiros passos, se adquirem as primeiras capacidades técnico-tácticas, se perspectivam evoluções desportivas, onde o equilíbrio competitivo é significativo, é um enorme orgulho que o GDG Basquetebol sente pelo trabalho realizado e pela conquista desta patamar pelos nosso jovens Sub 16-B masculinos, sob a orientação do Bruno Pereira.

(GDG Basquetebol) Ao entrarmos na recta final da competição dos Sub16-B masculinos que balanço é possível fazer
(Bruno Pereira) Bem... para começar a época não foi fácil. Lembro-me que nos primeiros treinos tínhamos poucos atletas, cerca 5/6 atletas no máximo. Metade da equipa não tinha hábitos de treino e quando falo em “hábitos de treino” tem a ver não só com a assiduidade mas também com a postura e forma de estar no treino. Foi algo que tivemos de trabalhar e evoluir.
Até meados de Novembro, estivemos a disputar a 1ª Fase da competição e apurámos para o grupo que iria disputar 2 vagas no play-off de acesso ao Inter-Associações, porque individualmente éramos melhores que duas das equipas desse mesmo grupo. Na Fase seguinte isso não chegava e a equipa ressentiu-se disso mesmo. Contudo apesar de termos perdido quase todos os jogos, penso que foi a fase da época mais importante para nós. Foi durante esse tempo que, sem olhar aos resultados, tentámos evoluir mais como EQUIPA e criar um grupo de atletas o mais coeso e unido possível, trabalhando a par disso, claro, a parte técnico-táctica. Entre essa fase da competição e a seguinte (esta última) tivemos quase um mês sem competição, e essa paragem foi fundamental para crescermos a nível táctico, fundamentalmente. Confesso que nunca pensei muito sobre a possibilidade de apurarmos para a fase final, pois além de termos calhado na série mais difícil entre as 3 séries desta Fase, ainda havia outros objectivos que para mim se sobrepunham ao apuramento para este fim-de-semana. Tínhamos de criar um grupo com qualidade e competitivo de Sub16 para a próxima época, bem como fortalecer em todos os aspectos os atletas que para o ano serão Sub18.
Apesar disto as coisas correram melhor do que eu próprio imaginava e com o avançar do campeonato começámos a acreditar que seria possível apurar, e neste momento estamos a dois dias daquele que será “O” fim-de-semana da época.

Como avalias o grupo e entrega destes jovens atletas?
Penso que foi o grupo ideal para mim, este ano. Até agora apenas tinha estado ligado ao minibasket e este grupo proporcionou-me novos desafios e uma forma de ver o ensino do Basquetebol que nunca tinha experienciado.
Tal como já disse não foi um grupo fácil, principalmente ao início, e as dificuldades e limitações eram grandes. Porém cada atleta individualmente, como pessoa, cresceu bastante, e a postura no treino evoluiu imenso. Neste momento, por exemplo, quando algum deles excede a “brincadeira” no treino, eu próprio quase não tenho de dizer nada, são os próprios colegas que se repreendem entre si. É um grupo fantástico.

A equipa, onde se incluem os atletas e tu, conseguiu, com todo o mérito, marcar presença na Fase Final Distrital do Grupo II. O que significa este momento especial?
Pessoalmente é algo que nunca vou esquecer, independentemente do resultado final. É a minha primeira Fase Final, quer como treinador, quer como atleta. Foi algo com que sonhava um dia estar num destes fins-de-semana espectaculares. Para os atletas é também espectacular, mas não vivido com tanta intensidade à partida, visto que já todos (à exceção do Gabriel) sabem o que é estar numa Fase Final. Esta Fase Final para mim é vista também como um merecido prémio para os atletas, pela evolução ao longo de toda a época, quer como atletas quer como pessoas.

Independentemente do "tudo pode acontecer" e que o grande momento está conquistado (a presença), a verdade é que não basta chegar à Fase Final, é preciso disputá-la e há três jogos para cumprir. Quais são as perspectivas para a Fase Final?
É difícil falar de perspectivas. A única que é certa é que todos vão dar o máximo de si, eu inclusive. São quatro equipas que demonstraram ser muito equilibradas entre si, ao longo do ano. Nós já ganhámos e já perdemos com a Oliveirense e com a Ovarense “B” e apenas perdemos todos os jogos que realizámos contra o Galitos “A”, porém tanto a Ovarense “B” como a Oliveirense conseguiram vitórias frente à equipa da casa. É daquelas fases finais em que qualquer equipa pode ganhar todos os jogos ou perdê-los. Vai haver jogos emotivos com certeza.
Tirando a parte mais competitiva, espero que todos aproveitem o momento e o ambiente do fim-de-semana, que será certamente incrível.

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às 09:39

Carolina Marques - Sub19 femininos do GDG Basquetebol em "Discurso Directo"

por gdgbasquetebol, Sexta-feira, 06.02.15

A capitã das Sub 19 femininas GDG/Boomerang Transportes, recentemente vice-campeã distrital (época 2014-2015), Carolina Marques em entrevista ao site de Basquetebol "Basketpt.net".

A ler AQUI.

Parabéns, Capitã.

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às 15:30

Os Sub 14 masculinos GDG/Conceito Familia em discurso directo

por gdgbasquetebol, Terça-feira, 14.10.14

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A época passada ficou marcada pela proeza da conquista do campeonato distrital de Sub14 masculinos.

Com a saída de um número significativo de atletas por força da subida de escalão, a equipa de Sub 14 masculinos transporta a responsabilidade da "faixa de campeão", mas com a realidade bem presente e sem criar ansiedades desnecessárias.

O grupo de trabalho está diferente, mesmo mantendo o seu treinador, Salvador Alexandre Silva, e ainda alguns atletas da época passada, como é o caso do jovem Yosvani Culanda que assume o papel de capitão da equipa.

O GDG Basquetebol procurou saber qual o "estado de alma" dos Sub14 masculinos GDG/Conceito Família, para esta época 2014-2015, em entrevista ao seu treinador e ao capitão.

Salvador Silva.jpgO Salvador Silva, treinador dos Sub 14 masculinos do Grupo Desportivo da Gafanha Basquetebol, está há quatro épocas no clube (sete anos como treinador). No seu currículo desportivo contam-se ainda cinco anos como atleta na Sanjoanense (de onde é natural), oito épocas na arbitragem (três delas como Nacional) e cinco anos de experiência como dirigente desportivo.

A época passada foi uma época gloriosa que culminou com a vitória do distrital do escalão. Deixemos o passado e olhemos o presente. Qual é a perspectiva para esta nova época?

(Salvador Silva) As perspectivas para esta nova época são as mesmas com que encarámos a época passada. A nível individual fazer crescer os nossos atletas em termos técnicos, tácticos e humanos. Ao nível colectivo conseguirmos atingir, em primeiro lugar, uma vaga no Grupo Nacional e a partir daí lutar por um lugar na Fase Final Distrital, pois acreditamos que só jogando contra as melhores equipas poderemos também tornar-nos melhores.

Mas a radiografia a este grupo, a equipa mais jovem da formação do GDG Basquetebol, difere da do ano passado...

Claro que sim... O grupo é mais heterogéneo, já que contém sete atletas que se sagraram campeões a época passada e dez que subiram do escalão Mini 12. Temos vindo a trabalhar para conseguir integrar o mais rápido possível os atletas mais novos no escalão, na nova realidade que vão encontrar. Mas estamos esperançados que num futuro muito próximo vamos tornar-nos numa equipa muito competitiva e atingir os nossos objectivos.

Em relação ao trabalho (técnico - táctico - humano) a desenvolver Que importância atribuis aos primeiros passos da formação no basquetebol?

Como em tudo os primeiros passos são essenciais. Inicialmente mais do que ensinar basquetebol devemos ensinar as regras de conduta dentro de um grupo para que possamos com maior facilidade, depois, ensinar os fundamentos básicos do basquetebol. É óbvio que um bom domínio dos aspectos básicos fará dos atletas melhores conhecedores do jogo e terão seguramente melhores argumentos para responder as dificuldades que lhes iram surgindo pela carreira fora.

É por essa razão que continuas nos sub14 masculinos… pelos desafios que são colocados a um treinador nos primeiros passos da formação.

Quando iniciámos conversas em relação à nova época pusemos algumas hipóteses em cima da mesa. Com o decorrer das conversas chegámos à conclusão que o ideal seria manter-me neste escalão e dar continuidade ao trabalho que venho desenvolvendo já há duas épocas com a maioria dos atletas que compõem esta equipa. Como é também um escalão onde mais gosto de treinar estamos cá preparados para mais dez meses de "luta" para que no final possamos todos estarmos satisfeitos com o trabalho desenvolvido.

Foste atleta, árbitro, dirigente e agora treinador. Que análise fazes ao presente e ao futuro do basquetebol.

Comecei no basquetebol quando esta modalidade era claramente a mais pratica a seguir ao futebol. Coincidência ou não as pessoas com maiores responsabilidades na modalidade continuam a ser as mesmas. É certo que os tempos agora são difíceis mas precisamos de gente nova, com novas ideias para que consigamos regressar ao topo. Se outras modalidades conseguem crescer mais com menos recursos , porque não o basquetebol conseguir também.

YosvaniCulanda é uma das jovens promessas doGDG Basquetebol (felizmente vão surgindo algumas e em número significativo).YOS - sub 13 2013_2014.JPG

Depois de se ter sagrado campeão distrital ainda com idade de minibasquetebol, integrando igualmente o projecto 2002 da ABA, é actualmente o capitão desta equipa Sub 14 masculinos. Nessa qualidade o GDG Basquetebol esteve, igualmente, à conversa com o atleta no sentido de desvendar que elos afectivo e desportivo o ligam ao clube e à equipa.

Regressemos a junho deste ano, final da época passada. Qual a sensação de conseguires ser campeão distrital de sub14?

(Yos) Foi uma sensação óptima porque para além de termos conseguido conquistar o título, fomos capazes de superar algumas adversidades, como por exemplo, o facto de termos jogado contra equipas que eram mais fortes fisicamente que nós.

O que achas que contribuiu para a conquista desse importante troféu?

O nosso esforço,  o nosso empenho nos treinos e nos jogos, o facto de nunca termos desistido e acima de tudo o nosso trabalho em equipa e companheirismo.

E agora? Como é que vai ser esta época 2014-2015?

Acho que esta época vai ser complicada, para além de que temos uma equipa baixa, mas acho que se nos continuar-mos a esforçar como temos feito  poderemos esperar bons resultados.

Ainda tens muitos anos pela frente no basquetebol. Até onde esperas chegar? Até onde vai o teu "sonho"?

Eu pessoalmente tenciono chegar ao nível profissional e tenho como sonho tornar-me num jogador da NBA. (sorriso rasgado)

O que significa que vais ter que trabalhar muito...

Acho que tenho muitas coisas a melhorar, começando por brincar menos nos treinos, aproveitar tudo que os meus treinadores tiverem para me ensinar para poder evoluir,  aprender também com os meus colegas e acima de tudo terei de me esforçar sempre ao máximo.

Como capitão da equipa o que achas que deves transmitir aos teus colegas?

Vamos dar o nosso melhor juntos e acima de tudo nunca desistir.

 

Como nota da direcção de comunicação do GDG Basquetebol, há genuidades que marcam. E o genuíno e a naturalidade do Yos são bem a imagem disso mesmo. Apesar da idade quase que apetece dizê-lo a cada resposta: "as crianças não mentem".

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às 15:46

A equipa sénior masculina do GDG Basquetebol na primeira pessoa

por gdgbasquetebol, Quarta-feira, 17.09.14

Na época passada a equipa Sénior masculina do Grupo Desportivo da Gafanha Basquetebol estive muito perto de alcançar o objectivo de passar à segunda fase da prova nacional: I Campeonato Nacional 1ª Divisão masculina (junção das anteriores CNB1 e CNB2).

Este ano o escalão mais alto da competição do clube repete a presença na mesma prova, II Campeonato Nacional 1ª Divisão masculina, integrando a Zona Norte – Grupo Centro.

Neste grupo os seniores masculinos do GDG Basquetebol, de novo sob o comando técnico do treinador João Anastácio, irão defrontar a Académica de Coimbra (ex Liga Profissional); “Os Povoenses”; CAD (Coimbra Basquete); o Clube dos Galitos; o Illiabum “B”, clube que na época passada subiu da Proliga à Liga Profissional; o Lousanense; o Olivais e o Conimbricense.

A primeira jornada, do calendário provisória, ditou o derby regional, Gafanha vs Illiabum “B”, que deverá ser disputado no dia 18 de outubro.

Elevando as expectativas para esta época 2014-2015, o GDG Basquetebol ouviu o treinador João Anastácio (pela quinta época no clube) e o atleta Luís Silva, há três épocas no clube e que se estreia, este ano, como capitão da equipa.

Os Séniores estiveram muito perto de alcançar a passagem à segunda fase do nacional, na época passada. Como é que foi projectada esta renovada equipa e quais as perspectivas?

(João Anastácio) Foi-me pedido para tentar criar um grupo mais experiente e competitivo, para elevarmos um dos objectivos que pretendíamos o ano passado, estar na segunda fase.

Fizemos uma reunião no final da época para aferirmos quem gostaria de continuar e assim criar uma base de atletas e, com isso, definir quem teríamos que convidar para completar o grupo. Não esquecendo um ou outro jovem do GDG com competências para integrarem a equipa sénior.

Espero um grupo ambicioso, unido e com muita vontade de trabalhar e lutar em cada treino, para aparecermos da melhor forma nos jogos.

A competição é dura e muitas vezes cria a ilusão de alguma facilidade. Em termos competitivos houve algum benefício com a junção da CNB1 e CNB2 num só campeonato?

Parece-me que a fusão não é uma má opção pois torna o campeonato mais competitivo, não só pelo maior número de equipas mas também pela maior qualidade delas.

Dentro dessa perspectiva, mais competitividade e mais qualidade, o trabalho foi planeado com significativo rigor.

Esta equipa começou a ser projectada após o final da época passada. Foram convidados jogadores que eu conhecia, sabia dos valores individuais de cada um, como pessoas e como atletas. Cabe-nos a nós, agora, desenvolver uma boa equipa.

Não deixar de referir que me sinto bastante satisfeito pelo grupo criado e por estas duas semanas de trabalho onde têm demonstrado uma vontade enorme em evoluírem como equipa. Quanto ao trabalho propriamente dito, comecei a pensar nele após a construção do grupo, isto ainda em maio. Estamos um pouco atrasados nos conteúdos tácticos (ofensivos e defensivos) que eu pretendia para estas duas primeiras semanas, mas ainda temos tempo de nos preparar da melhor forma e aparecer bem no inicio da competição.

A equipa vai disputar, na primeira fase, o campeonato nacional integrando o Grupo Norte – Centro. Neste grupo estão presentes equipas com experiência recente de Liga e Proliga, bem como equipas com clara aspiração à subida. Neste quadro mantêm-se os objectivos para esta época…

O objectivo passa por assegurar um lugar na segunda fase, aí chegados, temos que redefinir os objectivos. Independentemente do grupo ao qual pudéssemos pertencer seria sempre difícil alcançarmos esse objectivo, mas é por ele que vamos lutar. Só com muito trabalho, entrega, união, espírito de sacrifício e respeito por todos e por aquilo a que nos propomos é que podemos alcançar os nossos desejos.

Um outro olhar, com as palavras do capitão Luís Silva.

Um grupo renovado, com muitas caras novas… qual é o espírito da equipa?

(Luís Silva) O espírito tem sido bastante bom. É verdade que temos um grupo muito renovado, mas creio todos os jogadores já se conheciam e muitos já jogaram juntos, no GDG e em outros clubes, o que facilita o processo. Além disso, todos os que chegam de novo à equipa vêm acrescentar qualidade e soluções. Estamos a falar de excelentes jogadores, com muita experiência em equipas e campeonatos muito competitivos, o que facilita e faz com que a que a equipa esteja com um bom espírito e com vontade de trabalhar.

Nessa perspectiva como é que a equipa está a encarar este início de época?

Estamos a tentar crescer enquanto equipa. Se é verdade que todos os elementos da equipa têm muita qualidade e valor individual, também é verdade que temos ainda que construir e cimentar os processos enquanto equipa. Estamos a assimilar as ideias e estratégia que o treinador definiu para conseguirmos atingir os objectivos a que nos propomos. Há ainda muito trabalho pela frente, mas estamos confiantes nas nossas capacidades e até começar a competição teremos com certeza um grupo e uma equipa mais forte.

Isso é confiança em que a equipa possa chegar longe, no campeonato…

Face ao grupo que estamos a criar, não escondemos que temos a ambição de fazer ainda melhor que nos anos anteriores. No ano passado penso que poderíamos ter chegado à segunda fase, pelo que este ano temos em mente esse objectivo. Não sabemos ainda as equipas que farão parte do nosso campeonato, mas serão com certeza adversários complicados, pelo que temos que trabalhar nos limites para o conseguirmos, em cada treino e em cada jogo.

Uma surpresa (ou não) nesta renovada equipa. Há um novo capitão…

Ser capitão desta equipa é sem dúvida um motivo de orgulho e ao mesmo tempo uma responsabilidade acrescida. Procuro ajudar todos, colegas e treinadores, com o meu trabalho e partilhando um pouco da minha experiência. Mas não me vejo diferente de nenhum colega por ser capitão, sou apenas mais um dentro do grupo, com muita vontade de trabalhar e ajudar a equipa e o clube.

 Mas não deixas de ser uma referência na equipa, aliás, podemos também dizer uma referência para os atletas mais jovens. Que mensagem gostarias de lhes deixar?

Mesmo sem nos apercebermos todos somos referências para os atletas mais jovens, no dia-a-dia. Dessa forma, procuro trabalhar e ter um comportamento o mais correcto e empenhado, seja em treinos ou em jogos, condigno com os valores do clube e da modalidade. A mensagem que deixo a todos, jovens e menos jovens (como eu), é que aproveitem ao máximo cada oportunidade e cada dia, fazendo aquilo que tanto gostamos, que é jogar basquetebol, mas sempre respeitando todos, os colegas, os treinadores e os adversários.

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às 15:15


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