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Porque no GDG há mais vida para além do basquetebol

por gdgbasquetebol, Quinta-feira, 22.10.15

Não é estranho que um jovem com 16 anos escreva um livro. O que é novidade é que o GD Gafanha Basquetebol tenha na sua equipa de Sub 18 masculinos um atleta dedicado, motivado, competitivo, mas que encontrou, para além do universo do basquetebol, uma outra grande paixão e um sonho que persegue com a mesma intensidade com que se dedica ao basquetebol e aos estudos: a escrita e os livros.

Diogo Lourenco - livro 01.jpgO Diogo Lourenço é motivo de orgulho e respeito. Empenhou-se, correu riscos, esforçou-se, não baixou os braços, acreditou nas suas capacidades e no querer. E deu um enorme passo…
Transpôs para o seu sonho de ser escritor os princípios que defendemos e promovemos no GD Gafanha Basquetebol: entrega, dedicação, trabalho e o acreditar sempre. Acreditar que o basquetebol traz um conjunto de valores e fundamentos para a nossa vida é o que nos move pela modalidade; não perceber que “há mais vida para além do basquetebol” pode incorrer no risco de transformar uma paixão numa obsessão.

O Diogo Lourenço escreveu um livro e tem-no publicado como “edição de autor”, embora tivesse tido contactos com, pelo menos, duas editoras os encargos de edição/publicação eram elevados e o retorno não compensava (por exemplo, mil euros de investimento para um euro de retorno por cada livro vendido). É a “selva” do mercado cultural.

A nós, GD Gafanha Basquetebol, cabe-nos a tarefa e o dever de apoiar o nosso atleta, dar-lhe expressão e voz, ajudá-lo no seu sonho, lembrando sempre as palavras da Coordenadora Técnica, Ana Catarina Neves, no dia da apresentação pública do projecto GDG Basquetebol 2015-2016: “na nossa intervenção técnica vamos procurar continuar a desenvolver os nossos jovens como um todo, com bons princípios, com bons valores, responsáveis, solidários, com espírito de sacrifício, trabalhadores. Não nos revemos só na parte do campo, nem na parte técnica, no meter cesto, mas também na parte de fora do campo. Ajudar a construir um sociedade um bocadinho mais solidária e melhor. Tão importante como o ganhar é a parte do saber Ser e saber Estar”.

Sobre o que esteve na origem deste projecto, sobre as dificuldades de concretizar o sonho, sobre o que foi e o que é este “Pensamentos de um adolescente” nada melhor do que ler o que o Diogo tem para nos transmitir, na primeira pessoa.

«O meu nome é Diogo Lourenço. Tenho uns meros 16 anos, vivo em Aveiro e troco os “v’s” pelos “b’s”. Nasci naturalmente, diretamente daquele sítio que todos sabemos onde fica. Jogo basquetebol e admito que tenho um talento inato para a escrita. Já experimentei quase todo o tipo de desportos e os que faltam ainda vou experimentar. Gosto de cozinhar, de fotografar, de fazer desporto, de fazer voluntariado, de conhecer pessoas novas, enfim, de tudo um pouco. Todos os meus gostos e hobby’s tornam-me bastante diferente dos outros rapazes, e na minha opinião, ser diferente é bom. O meu sonho era ser astronauta mas depois percebi que tinha medo das alturas, mais tarde, o meu sonho mudou. Queria ser bombeiro, mas depois percebi que tinha medo do fogo. Também queria ser polícia, mas depois percebi que era demasiado medricas para andar à porrada. Decidi não decidir por agora. Foi quando vivi o período mais negro da minha vida que me apercebi o quão magnífica ela pode ser. Comecei a ter a necessidade de me exprimir de outra forma para além da verbal, por isso refugiei-me na escrita. Iniciei-me pelos textos pessoais, e mais tarde, após a opinião de muitas pessoas, decidi criar um blogue. E foi aqui que se iniciou o que eu chamo de “ Viagem de volta à felicidade”. As visualizações do blogue dispararam, a publicação de textos tornou-se constante e comecei a ter grupos de fãs. A divulgação sempre foi o meu ponto fraco. Recorri às redes sociais como forma de o dar a conhecer, mas mesmo assim, na minha opinião, nunca foi suficiente. Após o sucesso do blogue senti a necessidade de chegar mais longe. Os elogios ao meu talento eram motivadores e foi graças a eles que tive a força para fazer um livro. E não foi apenas juntar uns textos, uns títulos e arranjar uma capa. Foram 6 meses de sofrimento convertido em palavras, horas passadas à frente do computador, e-mails trocados com editoras e, o mais difícil, conciliar este trabalho todo com a escola e o basquetebol. O mais incrível é que tanto na escola, como no basquetebol, o meu rendimento não foi minimamente afetado, até porque nessa época não me recordo de ter faltado a um treino. Na escola foi igual, acabei o ano letivo com uma média de 17,5. Como é que consegui? Lutei e nunca parei de querer de atingir o que queria. Superei todos os desafios, todas as críticas e obstáculos. Sofri, pensei em desistir de tudo, e mesmo assim, consegui erguer-me. Com apenas 16 anos já vivi tanto e ainda sonho em ser tudo, mas continuo a ser tão pouco. Agora estou melhor do que nunca. O livro atingiu as 60 vendas, o blogue as 10 mil visualizações e não tenciono parar. Tenho divulgado o livro na escola e nas redes sociais, tenho criado marcadores, peças de roupa e autocolantes como forma de ganhar dinheiro para conseguir imprimir mais livros. Tive de ser eu próprio a falar com uma gráfica, de elaborar a capa e ainda tive investir imenso dinheiro. De tanto sofrer, aprendi a viver. Todos os dias dou um passo em frente para alcançar os meus objetivos. Alguns já foram cumpridos, mas como nunca vou parar de querer mais, nunca me irei acomodar com o que já consegui conquistar.»

Dados biográficos do Diogo Lourenço:
- facebook ( https://www.facebook.com/Diogo-Louren%C3%A7o-1696235500606752/ )
- blogue pessoal: ( http://cenasdavidadeumadolescente.blogspot.pt/?view=classic )

Primeira apresentação do livro: Escola Secundária da Gafanha da Nazaré - 27 de outubro - 10:00 horas

Diogo Lourenco - livro 02.jpg

 

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